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Full text of "Metro Brazil - Metro Rio de Janeiro - 2013-05-13"

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BRUNA PRADO/METRO RIO 




No caminho do papa 

Aparecida recebeu 11 milhões de fiéis em 2012 pág. u 



A TURMA 
DEVOLTA 

SNOOPYECHARLIE BROWN 
CHEGAM EM LIVROS INÉDITOS pâg.o9 



metr 



® 




RIO DE I 
JANEIRO ^ 

Segunda-feira, 
13 de maio de 2013 
Edição 637, ano 3 



MIN: 14°C 
MÁX: 32°C 




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Copa das Confederações 

não bate meta de hotéis 

Ocupação. Na contagem regressiva para abertura, rede hoteleira do Rio só tem 56% dos quartos ocupados por turistas. ABIH quer atingir 75%. 
Setores do turismo reclamam da faita de infraestrutura da cidade para grandes eventos. Até 2016, são necessários mais 12 mii quartos pác.o2 



BRUNA PRADO/ METRO RIO 

/ V 

Rostos de ex-mo radores viraram , 
obra de arte ao ar livre, feita * 




Comércio 
eletrôníco 
ganha regras 
mais rígidas 

Entra em vigor, amanhã, decreto 
que estabelece novos critérios para 
relações comerciais na internet pág.o6 

Papa Francisco 
canoniza duas 
latino-americanas 

Freiras da Colômbia e do México são 
as primeiras santas proclamadas no 
pontificado de Francisco pág.os 

Alonso vence e 
Massa volta ao pódio 

Espanhol quebrou jejum ao vencer em 
casa, na Catalunha, e brasileiro saiu do 
nono para o terceiro lugar pág. 13 



02 FOCO 



RIO DE JANEIRO, SEGUNDA-FEIRA, 13 DE MAIO DE 2013 

www.readmetro.com 



FOCO 




Reservas abaixo da 
meta nos hotéis do Rio 

Turismo. Faltando 34 dias para a abertura da competição, o número é de 56%. Associação 
da Indústria de Hotéis espera chegar em 75% de ocupação para a Copa das Confederações 



o Rio de Janeiro ainda não 
atingiu a meta satisfatória de 
ocupação dos hotéis para a 
Copa das Confederações fal- 
tando 34 dias para o início do 
evento, em 15 de junho, com 
o jogo de abertura em Brasí- 
lia. Segundo o presidente da 
Associação Brasileira da In- 
dústria de Hotéis do Rio de Ja- 
neiro (ABIH), Alfredo Lopes, a 
cidade está com 56% da ocu- 
pação e o esperado é 75%. 

"A nossa taxa de ocupação 
atual é baixa. Sabemos que 
temos a crise internacional 
que afasta o torcedor de ou- 
tros países e a Copa das Con- 
federações envolve também 
outros estados, além do Rio 
de Janeiro. Mas ainda acre- 
dito que vamos ter 75% de 
ocupação nos hotéis duran- 
te o evento", afirma Alfre- 
do Lopes, que espera ter 70% 
de turistas nacionais e 30% 
estrangeiros. 

Apesar disso, o diretor- 
-executivo do Rio Conven- 
tion & Visitors Bureau, Paulo 




Presidente da ABIH-RJ defende que o Rio esteja entre as dez tarifas de hotéis mais caras: E nossa hora"'i bruna prado/metro r 



"Na África do Sul, 
a Fifa reservou 
80% dos quartos nos 
hotéis e devolveu 5 
mil vagas. Isso não 
acontecerá aqui" 

ALFREDO LOPES, 
PRESIDENTE DA ABIH 



Senise, revela que o turismo 
de eventos vive o melhor mo- 
mento em 10 anos. "Só no 
ano passado, o turismo de 
eventos itinerantes atraiu 
em tomo de 256 mil visitan- 
tes para o Rio, e gerou re- 
ceita estimada de US$ 391 
milhões. Mas precisamos me- 
lhorar nossa infraestrutura 
para aproveitar todo o poten- 



cial dos eventos, como a Co- 
pa das Confederações, Copa 
do Mundo e Jornada Mundial 
da Juventude". 

Alfredo Lopes concorda 
que a preocupação com os 
aeroportos e sinalização de- 
ve ser constante. "O nosso ae- 
roporto internacional é péssi- 
mo. A rodoviária está melhor 
do que ele". ® metro rio 



Rio terá 12 mil 
vagas até os 
Jogos de 2016 

A rede hoteleira do Rio ain- 
da precisa disponibilizar 
12 mil quartos até os Jogos 
Olímpicos de 2016. Atual- 
mente, o número de vagas é 
de 31,5 mil, segundo Alfredo 
Lopes, presidente da ABIH. 

"A cidade fez seu papel. 
No ano passado, criamos mil 
vagas e este ano vamos fe- 
char com mais 1,5 mil. Até a 
Copa do Mundo, nós teremos 
mais 6,5 mil vagas. Em 2016, 
nós chegaremos aos 12 mil e 
o Comité Olímpico pediu 10 
mil vagas. A nossa parte foi 
cumprida", ©metro rio 



Infraestrutura 



Mais um 
Centro de 
Convenções 

Além do Riocentro e do 
Centro Sul-América, Pau- 
lo Senise, do Rio Con- 
vention, diz que a cidade 
precisa de um Centro de 
Convenções na zona sul. 
Alfredo Lopes, da ABIH, 
sugere que seja no Forte 
de Copacabana. 

® METRO RIO 



Cartas 
na mesa 



FERNANDO 
GABEIRA 

LEITOR.RJ/a METROJORNAL.COM.br 




Escritor e jornalista, Fernando Gabeira 
participou da resistência contra o 
governo militar. Autor de ll livros, seu 
mais recente trabalho, um balanço de 
meio século de vida política, foi 'Onde 
Está Tudo Aquilo Agora?'. 



JARDIM BOTÂNICO: 
MOMENTO DECISIVO 



Agora é oficial: o governo decidiu retirar as 525 famílias alo- 
jadas no Jardim Botânico do Rio. O governo apenas segue a 
orientação da Justiça e encerra, pelo menos simbolicamen- 
te, uma longa discussão não apenas nos jornais, mas entre 
membros do PT. Apesar da pressão da comunidade científica 
e a importância crescente da integridade do Jardim Botânico, 
o governo resistia, influenciado pela posição do deputado Ed- 
son Santos, entre outros. 

O Jardim Botânico é frequentado por dois milhões de visi- 
tantes por ano e terá papel decisivo na afirmação do potencial 
turístico no Rio, após os grandes eventos. Não foi esse entre- 
tanto o argumento mais importante para retirar as 525 famí- 
lias, mas sim as necessidades da pesquisa sobre a Mata Atlânti- 
ca, importantes na preservação fiitura desse ecossistema. 

A decisão do governo demorou a chegar. A execução ne- 
cessariamente vai demorar um pouco. As famílias serão ca- 
dastradas e as alternativas de residência serão discutidas uma 
a uma. Uma das funcionárias do escritório montado para tra- 
tar do assunto previu que a fase de negociação comece den- 
tro de um mês. Tudo isso vai depender do ritmo de cadas- 
tramento, da disponibilidade das alternativas e da própria 
vontade dos moradores. Existe ainda uma disposição de re- 



sistência. Mas agora que, aconselhado pela Justiça e Tribunal 
de Contas, o governo bate o martelo e seria mais prudente se 
dedicar à melhor negociação possível. 

O Jardim Botânico é propriedade nacional com grande im- 
portância para estudiosos de todo o país. Por mais sensível 
que um governo seja aos ocupantes do lugar, não houve co- 
mo escapar da decisão. O ex-presidente do Jardim Botânico, 
Liszt Vieira fez tudo para que o impasse fosse resolvido e aca- 
bou deixando o cargo. Mas se o tivessem ouvido desde o prin- 
cípio, a solução já estaria em fase mais concreta. A mesma 
posição de retirada das famílias era defendida pela Associa- 
ção dos Amigos do Jardim Botânico. 

Começou uma nova fase. Ficarão apenas as 20 famílias 
na Vila Castorina. As outras 525 terão de sair e o ideal é 
que faça um processo à altura do nível civilizatório de um 
dinâmico Jardim Botânico: cordial e eficaz. A nova direto- 
ra poderia explicar os planos de aproveitamento da área. 
Isso seria importante também para mostrar o que está em 
jogo. Resolvida esta questão, o Jardim Botânico tem tudo 
para ser uma grande atração cultural no momento em mi- 
lhares de visitantes chegarão ao Rio. 

Algumas emissoras internacionais já costumam usar o lo- 
cal para o cenário de entrevistas. Ele já faz parte de imaginário 
do Rio e, certamente, será muito procurado. A retirada das fa- 
mílias não tem influência na parte aberta aos visitantes. Mas o 
crescimento do papel científico do parque e sua contribuição 
para a Mata Atlântica vão tomá-lo mais forte contra toda tenta- 
tiva de privatização: é um espaço do Brasil e da humanidade. 




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COMERCIAL: 021/2586-9570 



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Cultura 

Crianças de comunidades 
com a presença das 
Unidades de Polícia 

Pacificadora (UPPs) estão 
aprendendo música 
clássica, através do 

projeto Ação Social pela 
Música. São atendidas 

600 crianças, entre elas, 
Luiz Hortêncio, de ii 

anos, morador do Santa 
Marta, em Botafogo, 

que quando crescer quer 
ser violoncelista. Além 

disso, os alunos recebem 
aulas de reforço de 

português e matemática, 
um complemento ao 
ensino musical. 



RIO DE JANEIRO, SEGUNDA-FEIRA, 13 DE MAIO DE 2013 
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FOCO 



03 



Providencia a ver navios 



.1 




Porto. Moradores da comunidade usam arte para chamar a atenção para as remoções. Região receberá R$ 163 milhões do Morar Carioca 



As maravilhas prometidas pa- 
ra o futuro da região portuá- 
ria parecem estar distantes da 
comunidade da Providência, 
no Centro. Seis meses após 
a decisão judicial que parali- 
sou as obras na primeira fa- 
vela do Brasil, moradores de- 
nunciam remoções de casas e 
a falta de projetos sociais des- 
tinados à população carente. 
Artistas usam suas armas pa- 
ra conseguir mobilizar a opi- 
nião pública internacional so- 
bre o assunto. 

A comunidade recebe- 
rá R$ 163 milhões do Mo- 
rar Carioca, da Secreta- 
ria Municipal de Habitação 
(SMH). A verba será aplica- 
da na reurbanização da re- 
gião, em saneamento e no 
reassentamento dos morado- 
res. O programa prevê tam- 
bém a criação de um centro 
esportivo e uma escola. Os 
removidos reclamam do bai- 
xo valor pago no imóvel pela 
prefeitura, já que a área sofre 
valorização com as obras. Em 

"A mobilização da 
imprensa de fora do 
país é importante. Estão 
acabando com a história/' 

MAURÍCIO HORA, FOTÓGRAFO 

"A Providência é tão 
importante para o Rio 
quanto o Corcovado, a 
Lagoa ou o Pão de Açúcar" 

LUIZ ANTÔNIO SIMAS, HISTORIADOR 

"Minha cabocla, a Favela 
vai abaixo/ Quanta 
saudade tu terás deste 
torrão (...) /Que nos enche 
de carinho o coração." 

SINHÔ, SAMBISTA (A FAVELA VAI ABAIXO) 



832 



casas devem ser derrubadas, 
segundo a planta da organização 
do programa Morar Carioca. 
O Fórum Comunitário do 
Porto afirma que mais de 100 
residências já foram desocupadas. 

um dos locais mais altos do 
morro, há um prédio conhe- 
cido como Oratória. 

O monumento tem vis- 
ta privilegiada da baía de 
Guanabara. O projeto de 
remodelação quer tornar 
o local mais visível. 

O assunto foi parar no jor- 
nal norte-americano "The 
New York Times". O artigo 
"Em nome do futuro, o Rio es- 
tá destruindo o passado" foi 
publicado em agosto de 2012. 
As obras da Prefeitura foram 
embargadas em decisão da 2^ 
Vara de Fazenda Pública da 
Capital, expedida em novem- 



bro. No entanto, as casas con- 
tinuam marcadas com a tinta 
verde da SMH. Apenas a cons- 
trução do teleférico, orçada 
em R$ 75 milhões, continuou. 

"A Oratória era o Redentor 
da cidade antes do Cristo. Não 
justifica remover as pessoas 
daqui. Eles fazem parte da 
história da região. A comoção 
no exterior ajudará melhorar 
esse cenário", acredita Maurí- 
cio Hora, fotógrafo e morador 
da Providência. Ele retrata as 
mazelas da comunidade em 
seu trabalho. 

Segundo a SMH, o destino 
das famílias é negociado até 
os últimos recursos. São ofe- 
recidas três alternativas: lun 
apartamento do programa 
"Minha Casa, Minha Vida", 
a compra de um imóvel com 
valor equivalente ao anterior, 
ou é paga uma indenização. A 
construção de 122 unidades 
habitacionais, na rua Nabuco 
de Freitas, na Gamboa, está 
adiantada e as casas serão en- 
tregues em breve. ® metro rio 




A Oratória, ao fundo, é um dos pontos de discórdia entre moradores e a Prefeitura do Rio i bruna prado/metro rio 




Vhils esculpiu rosto de moradores que tiveram casas demolidas i bruna prado/metro rio 



História 



Governo faz 
programa 
de memória 
das favelas 

A Subsecretaria de Defesa 
e Promoção dos Direitos 
Humanos e Territórios do 
Estado selecionou 10 co- 
munidades para o progra- 
ma de resgate da memória 
das favelas. Neste primei- 
ro momento, o programa 
acontecerá no Andaraí, Ba- 
tan, Chapéu Mangueira/ 
Babilónia, Complexo de 
São Carlos, Morro da For- 
miga, Santa Marta, Tura- 
no. Ladeira dos Tabajaras/ 



Cabritos, Vidigal/Cháca- 
ra do Céu e Rocinha. Ca- 
da comunidade receberá 
ações de acordo com as de- 
mandas locais. A Providên- 
cia não foi contemplada 
pelo projeto. 

"Com todas as contradi- 
ções, a Providência é fun- 
damental para a história 
do Rio", diz Luiz Antônio 
Simas, mestre em História 
Social pela UFRJ. Não é a 
primeira vez que os mora- 
dores da Providência cor- 
rem perigo de remoção. O 
sambista Sinhô compôs, 
na década de 1920, "A Fa- 
vela vai abaixo", sobre o 
risco de implosão da co- 
munidade. ® METRO RIO 



Europeu retrata 
removidos 
em residências 

A polémica sobre as remo- 
ções atravessou o Atlântico 
e comoveu o artista plásti- 
co português Alexandre Far- 
to, conhecido como Vhils. 
O resultado foi a criação de 
uma galeria à céu aberto na 
Providência. A obra "Des- 
cascando a Superfície" lapi- 
dou nas paredes das casas o 
retrato de antigos morado- 
res que foram removidos. 
O trabalho, que já havia 
comovido o público londri- 
no e lisboeta, foi realizado 
na comunidade carioca em 
novembro do ano passado. 



metn 



04 FOCO 



RIO DE JANEIRO, SEGUNDA-FEIRA, 13 DE MAIO DE 2013 

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Investigação vai 
para Corregedoria 

Decisão. Chefe da Polícia Civii, delegada Martha Rocha, transfere para Corregedoria 
investigação da alteração do cenário de confronto em operação policial na zona oeste 



1 


Operação 




■ 


Polícia 


1 







A delegada Martha Rocha, 
chefe da Polícia Civil, trans- 
feriu para a Corregedoria In- 
terna da Polícia Civil a investi- 
gação de alteração do cenário 
do confronto em operação po- 
licial feita no ano passado pe- 
la Coordenadoria de Recursos 
Especiais (Core) na Favela do 
Rola, na zona oeste. 

A investigação estava em 
curso na 36^ Delegacia de Polí- 
cia, em Santa Cruz, bairro on- 
de está localizada a comuni- 
dade. A Polícia Civil também 
instaurou sindicância discipli- 
nar na corregedoria para veri- 
ficar se houve o cumprimen- 
to do auto de resistência. 

Um vídeo filmado pelos 
próprios agentes mostra po- 
liciais alterando a localiza- 
ção de corpos na cena do con- 



fronto, que terminou com 
cinco mortos. Caberá à cor- 
regedoria a decisão de afas- 
tar ou não os policiais envol- 
vidos na operação durante as 
investigações. 

No vídeo, no entanto, po- 
liciais dizem que um dos 
mortos estava desarmado e 
carregam seu corpo para o 
local onde estavam cadáve- 
res armados. Os agentes tam- 
bém dizem que vão "socor- 
rer" os suspeitos, apesar de 
terem reconhecido que eles 
estavam mortos. 

A operação foi feita em 16 
de agosto de 2012. Segundo 
informações da Polícia Civil, 
os cinco mortos eram maio- 
res de idade e atiraram contra 
os agentes. Três tinham pas- 
sagem pela polícia. ® metro rio 




LICIA 
[VIL 



A chefe da Polícia Civil, delegada Martha Rocha i divulgação 



Quinze balões e 
16 baloeiros são 
presos no Rio 

Quinze balões e qua- 
tro embarcações foram 
apreendidos e 16 pessoas 
detidas numa operação 
realizada ontem, na re- 
gião metropolitana, pela 
Coordenadoria Integrada 
de Combate aos Crimes 
Ambientais da Secretaria 
do Ambiente. ® metro rio 



Agente pode ter 
descolamento 
de retina 

o funcionário da uni- 
dade do Degase, Escola 
João Luis Alves, na Ilha 
do Governador, identifi- 
cado como Robson, es- 
tá com suspeita de des- 
colamento de retina ao 
ser agredido por meno- 
res, na noite de sábado, 
quando seis fugiram do 
local. Todos já foram re- 
capturados. ® METRO RIO 



Homens presos 
com drogas na 
Praia de Ipanema 

Três homens foram pre- 
sos por policiais do 23° 
BPM (Leblon), na ma- 
nhã de ontem, na Praia 
de Ipanema, zona sul, 
com papelotes de cocaí- 
na, trouxinhas de maco- 
nha e uma pistola. Eles 
foram levados para a 14^ 
DP (Leblon). ® metro rio 









Degase 






Perdidos 







Grupo resgatado 
no Parque da 
Pedra Branca 

Um grupo de oito pes- 
soas foi resgatado pelo 
serviço de guarda, na ma- 
nhã de ontem, no Parque 
Estadual da Pedra Branca 
(PEPE). O grupo preten- 
dia fazer uma caminha- 
da até a Pedra Jesus Vem, 
em Realengo, a cerca de 
600 metros de altitude e 
se perdeu. Ninguém fi- 
cou ferido. ® metro rio 




Trânsito. Novas 
mudanças na 
região portuária 

Em prosseguimento à im- 
plantação do "Porto Mara- 
vilha" - dentro das obras 
de mobilidade urbana para 
a Copa do Mundo de 2014 e 
a Olimpíada de 2016 -, a re- 
gião portuária sofrerá mu- 
danças no trânsito. A partir 
das 6h, a avenida Cidade de 
Lima, entre a avenida Pro- 
fessor Pereira Reis e a rua 
Cordeiro da Graça, será in- 
terditada e só será liberada 
dia 24 de agosto. 

Como alternativa, os mo- 
toristas deverão seguir pe- 
la rua Cordeiro da Graça e 
entrar na rua Equador com 
novo fluxo implantado (sen- 
tido avenida Professor Pe- 
reira Reis). 

A rua Rivadavia Correia 
está com a faixa da esquer- 
da (na calçada da Cidade do 
Samba) interditada entre as 
ruas Pedro Ernesto e Arlin- 
do Rodrigues desde as 6h de 
hoje. A previsão é de que a 
via seja liberada partir do 
dia 7 de setembro. 

Em compensação, a rua 
Equador, no trecho entre 
a avenida Professor Perei- 
ra Reis e a rua Cordeiro da 
Graça, será reaberta ao trá- 
fego (operando no sentido 
avenida Professor Pereira 
Reis) a partir das 6h de ho- 
je. ® METRO RIO 




Polidais foram baleados há duas semanas na Rodnha i marcelo horn/governo do estado 



Treinamento. Policiais de 
UPPs receberão formação 
em direitos humanos 



Por decreto do governador 
Sérgio Cabral, o Instituto de 
Segurança Pública (ISP) te- 
rá que produzir relatórios se- 
mestrais das UPPs que com- 
pletarem cinco anos de 
existência. Os documentos 
serão enviadas para a Polícia 
Militar e a Secretaria de Segu- 
rança. Na Alerj, a Comissão 
de Direitos Humanos conta- 
rá com informações dos mo- 
radores das favelas ocupadas. 
Eles vão ser os responsáveis 
pela formação dessas análises. 

Há duas semanas, dois po- 
liciais foram baleados na Ro- 
cinha, área ocupada por uma 
UPP. Em fevereiro, um poli- 
cial da Unidade do Complexo 
do Alemão também foi atin- 
gido por um tiro. Além disso. 



"A ideia é analisar 
os cinco anos de 
funcionamento das UPPs 
e fazer um balanço" 

MARCELO FREIXO (PSOL), PRESIDENTE DA 
COMISSÃO DOS DIREITOS HUMANOS 

a Comissão de Direitos Hu- 
manos preparou um relató- 
rio de sua atuação em 2012, 
que indica um alto índice de 
denúncias de abuso de auto- 
ridade e autos de resistências 
nas comunidades. 

Pelo decreto do governo, 
os policiais das UPPs vão ter 
uma formação especial em 
direitos humanos para atuar 

nas UPPs. ® METRO RIO 



RIO DE JANEIRO, SEGUNDA-FEIRA, 13 DE MAIO DE 2013 
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BRASIL 



05 



Por 2014, reforma 
política será mínima 

Remendo. Para vaier no ano que vem, comissão na Câmara fará só 3 mudanças na iei eieitorai 



Frequentemente adiada 
por falta de acordo, a re- 
forma política ganhará no 
Congresso uma microver- 
são para entrar em vigor já 
nas eleições de 2014. 

A proposta começou a 
ser elaborada há duas se- 
manas após iniciativas dos 
líderes partidários, mas 
não trata de temas polémi- 
cos, como o financiamento 
público de campanha, que 
travaram a votação do pro- 
jeto no mês passado depois 
de dois anos de discussão 
numa Comissão Especial. 

Na próxima quinta-fei- 
ra, as três mudanças de 
consenso irão a votação 
e estarão prontas para se- 
rem levadas ao plenário da 
Câmara e, se aprovadas, 
seguirão para análise do 
Senado. 

O projeto é chamado de 
atualização da lei eleito- 
ral e precisará ter a vota- 
ção concluída até outubro, 
para cumprir a exigência 
de um ano entre a aprova- 
ção e a entrada em vigor de 
legislação. 

A tramitação em tem- 
po recorde atenderá uma 
necessidade dos partidos 
às vésperas das eleições de 



Perto do consenso 



A minirreforma eleitoral é 
composta por três pontos. 



i) Pré-campanha. 

Permite o uso de 
televisão, rádio e redes 
sociais para o debate 
e apresentação de 
propostas. 



2) Documentação. 

Dispensa do atestado de 
quitação com a Justiça 
Eleitoral no registro da 
candidatura. 



3) Prestação de contas. 

Extinção da exigência de 
recibos e fiscalização a 
partir da movimentação 
de contas bancárias. 



2014 e tem foco em dois 
pontos: a pré-campanha, 
que estará autorizada 12 
meses antes dos eleitores 
irem às urnas, e a diminui- 
ção da burocracia para o 
uso de recursos das campa- 
nhas. ® METRO BRASÍLIA 




PT quer Congresso exclusivo 
para discutir lei eleitoral 



Pela primeira vez após 26 
anos, um Congresso poderá 
ser eleito exclusivamente, 
desta vez para analisar um 
projeto de ampla reforma 
política. A sugestão consta 
na proposta em elaboração 
pelo PT. Diante das dificul- 
dades de acordo no Con- 
gresso, a ideia é trazer a so- 
ciedade para a discussão. 

Para sair do papel, o par- 
tido começou a coleta de 1,5 
milhão de assinaturas para 
a apresentação de um proje- 




Vista aérea das obras da usina de Belo Monte i stian bergeland/reuters 



Custo de Belo Monte 
chega a R$ 30 bilhões 



Quase dois anos depois do 
início das obras, os custos 
de construção da Hidrelétri- 
ca de Belo Monte, no Pará, 
não param de subir. Orça- 
da em R$ 16 bilhões, agora 
o custo já supera R$ 30 bi- 
lhões e pode aumentar com 
as dificuldades para levar a 



construção adiante, segun- 
do o jornal 'O Estado de S. 
Paulo'. 

Fatores como custos am- 
bientais maiores e paralisa- 
ções frequentes, consequên- 
cia de protestos indígenas e 
de greves por melhores con- 
dições de trabalho, aumen- 



tam os gastos para a cons- 
trução da terceira maior 
hidrelétrica do mundo. 

Pelo cronograma origi- 
nal, as operações da usina 
devem começar em dezem- 
bro de 2014. Hoje, porém, 
apenas 30% das obras civis 
estão concluídas. ® metro 



to de iniciativa popular. 

O esboço da proposta 
traz o financiamento públi- 
co de campanha, voto em lis- 
ta pré-ordenada pelo partido 
e aumento da participação 
feminina em cargos eletivos. 

Não existe prazo para 
que a nova reforma política 
seja apresentada. 

A última vez que hou- 
ve um Congresso para uma 
causa específica foi em 1987 
para elaborar a Constitui- 
ção de 1988. ® METRO BRASÍLIA 



Enem. 
Inscrições 
começam hoje 

Atenção estudantes em busca 
de uma vaga na universidade 
pública: começam hoje as ins- 
crições para mais uma edição 
do Enem (Exame Nacional do 
Ensino Médio). A expectativa 
do Ministério da Educação é 
receber 6,1 milhão de inscri- 
ções em 2013. No ano passa- 
do foram 5,7 milhões de can- 
didatos no Exame. 

A taxa de inscrição é de 
R$ 35. Estão isentos alunos 
que estejam cursando o 3° 
ano do ensino médio em es- 
colas públicas. A partir deste 
ano, também podem solicitar 
a isenção da taxa candidatos 
com renda familiar per capita 
de até 1,5 salários mínimos. 

As inscrições para o Enem 
terminam no próximo dia 
27, exclusivamente pelo si- 
te www.mec.gov.br. O exame 
será realizado nos dias 26 e 
27 de outubro em todo o país. 



Política 



CLÁUDIO 
HUMBERTO 

CLAUDio/a metrojornal.com.br 



GRANDE TALENTO DE AFIF É 
MULTIPLICAR SUA FORTUNA. 

O vice-govemador paulis- 
ta Guilherme Afif Domin- 
gos (PSD), nomeado minis- 
tro, está no cargo errado. 
Seu incomum talento para 
engordar a própria fortu- 
na faz dele merecedor da 
presidência do Banco Cen- 
tral, no mínimo. Dos seus 
R$ 11,3 milhões declara- 
dos em 2006, passou qua- 
tro anos depois, em 2010, 
a somar R$ 49,2 milhões - 
valor 6 vezes maior que o 
orçamento da sua mini-Se- 
cretaria de Micro e Peque- 
na Empresa. 




"O MERCADANTE, 
DESSA VEZ, SERÁ 
SÓ UM MILITANTE 
NA ELEIÇÃO" 

ALOIZIO MERCADANTE 
PREFERINDO SER "PAPAGAIO 
DE PIRATA" DE DILMA A 
DISPUTAR MANDATO 





SIGMAPRESS/FOLHAPRESS 



DOMÍNIO PÚBLICO. As de- 
clarações de bens do mi- 
nistro Afif Domingos 
estão disponíveis nas pági- 
nas da Justiça Eleitoral, na 
internet. 

HOMEM DE POSSES. Afif Do- 
mingos é sócio em em- 
presas de participações 
(Sundays e Itaberaba), da 
Manacial Corretora de Se- 
guros e ações na bolsa. 

GARÇONS ATENTOS. Foi rom- 
pido o dique da contenção 
da divergência entre o mi- 
nistro Fernando Pimentel 
(Desenvolvimento) e seu 
ambicioso secretário-exe- 
cutivo, Alessandro Teixeira. 
Até o garçom que serve ca- 
fezinho no gabinete do mi- 



nistro sabe a que a situação 
está insustentável. 

FREUD NÃO EXPLICA. Ex-se- 
gurança de Lula, Freud Go- 
doy precisa de terapia: na 
CPI dos Correios disse que 
Marcos Valério pagou "por 
fora" R$ 98,5 mil à empre- 
sa Caso, em 2002. Na CPI 
da Bancoop: "foram conta- 
bilizados". 

OPOSITOR DE SONHO. O 

subprocurador-geral Ro- 
drigo Janot é favorito para 
substitutir Roberto Gur- 
gel na Procuradoria Ge- 
ral da República, a partir 
de julho: além de ter sido 
o mais votado, a hostilida- 
de de Roberto Gurgel, que 
apóia Deborah Duprat, é 
bom sinal. Gurgel anda 
impopular no Planalto. 

CAFÉ SEM LEITE. A bancada 
do PSDB-SP quer a secre- 
taria-geral do partido, ale- 
gando que a presidência 
será ocupada pelo mineiro 
Aécio Neves. 



PODER SEM PUDOR 

Proibido para ingénuos 



Prefeito de São Paulo em 
1988, Jânio Quadros pen- 
sou em Sílvio Santos pa- 
ra sua sucessão, e pediu 
ao deputado Gastone Ri- 
ghi para promover um al- 
moço com ele. Jânio foi 
direto ao ponto, pergun- 
tando a Sílvio como ele 
se relacionaria com os 
vereadores. 

- Simples: os vereado- 
res foram eleitos pelo po- 
vo e só vou mandar proje- 



tos de interesse do povo. 
Eles vão aprovar tudo. Vai 
ser tranquilo. 

- Compreendo - pigar- 
reou Jânio, percebendo 
que tratava com um prin- 
cipiante. Após alguns ins- 
tantes de silêncio, pediu 
ao anfitrião: 

- Gastone, meu bem, 
seria bom mandar servir 
o almoço. 

E não se falou mais no 
assunto. 



com ana paula leitão e teresa barros 
www.claudiohumberto.com.br 



metn 



06 ECONOMIA 



RIO DE JANEIRO, SEGUNDA-FEIRA, 13 DE MAIO DE 2013 

www.readmetro.com 





Empreendedorismo 



BRUNO 
CAETANO 

BCAETANO/a SEBRAESP.COM.BR 



ESTA TUDO CERTO COM 
A EMPRESA. SÓ FALTA 
ESCOLHER O NOME 

Há quem diga que é como escolher o nome do filho. De to- 
da forma, definir como a empresa vai se chamar não é mes- 
mo tarefa fádl. Não existe fórmula infalível a ser aplicada, 
porém, vale observar alguns critérios para evitar erros. 

Basicamente, espera-se que o nome crie empatia, apro- 
xime a empresa do público-alvo, ajude a destacar o negó- 
cio e a construir uma imagem positiva. 

O nome deve ser curto e fácil de ser lembrado e pro- 
nunciado. Pense nas marcas de sucesso, mundialmente 
consagradas, e veja o que têm em comum. No geral, uma 
palavra simples de falar e memorizar. 

Nome parecido com o do concorrente não é acon- 
selhável. O negócio precisa de identidade e ser con- 
fundido com o rival não ajuda. 

Abusar das siglas é perigoso, apesar de ser um ata- 
lho para a solução. Elas devem significar algo ou não 
terão efeito favorável. 

Nomes regionais podem ser um limitador se o negócio 
se expandir para outras praças com características diferen- 
tes das do local de origem. 

Palavras em outros idiomas também têm riscos. Se o 
termo já é de amplo conhecimento do público, melhor, 
mas caso seja de difícil assimilação pode não funcionar. É 
fundamental que a sonoridade seja boa e a leitura, fácil. 

Cuidado com generalizações. Termos que resiunem o 
que a empresa faz são uma saída, no entanto, não definem 
a marca e tomam-na comum demais. 

Colocar o próprio nome na empresa é outra opção, mas 
estabelece uma relação para toda a vida. Se amanhã vo- 
cê vender seu negócio, a associação vai continuar. Caso di- 
versifique o ramo de atuação, ainda há a possibilidade de o 
novo empreendimento ser associado ao primeiro. 

Definido o nome fantasia - do qual estamos falando - 
ele precisa ser registrado para assegurar o direito de uso 
ou corre-se o risco de perdê-lo para alguém que fez is- 
so antes. A marca necessita de registro no INPI (Institu- 
to Nacional de Propriedade Industrial). Já a razão social, 
que aparece em documentos para identificar a pessoa 
jurídica, deve constar na Junta Comercial. 

A escolha merece toda a atenção, pois o nome interfere 
no desempenho do negócio e mudá-lo implica custos. Uma 
análise cuidadosa e criatividade ajudam a chegar ao ideal. 



Bruno Caetano é diretor superintendente do Sebrae-SP e mestre e doutorando em Ciência Política 
pela Universidade de São Paulo. O Sebrae-SPé uma instituição dedicada a ajudar micro e pequenas 
empresas a se desenvolverem e se tornarem fortes. Saiba mais em www.sebraesp.com.br 



NET EMPRESAS. 



Comércio eletrônico 
ganha regras mais 
rígidas amanhã 

Direito do consumidor. Lojas virtuais devem apresentar informações mais ciaras sobre 
produto, serviço e fornecedor. Normas estão previstas em decreto sancionado em março 



ASSINE JA: 4004-8844 



Os consumidores devem ter 
mais segurança na hora rea- 
lizar compras pela internet. 
Com a entrada em vigor ama- 
nhã do primeiro decreto (if 
7962/13) que define regras 
específicas para o comércio 
eletrônico no Brasil, órgãos 
de defesa do consumidor es- 
peram que o relacionamen- 
to com as lojas online ganhe 
mais transparência. 

O decreto sancionado em 
15 de março pela presiden- 
te Dilma Rousseff" determina 
que os sites forneçam de for- 
ma clara informações - mui- 
tas vezes negligenciadas - co- 
mo a identificação do nome 
empresarial e localização fisi- 
ca, além da especificação de- 
talhada da oferta e de despe- 
sas adicionais, como o frete. 
A loja deve ainda apresentar 
o resumo do contrato antes 
de concluir a compra, bem 
como oferecer ao consumi- 
dor um meio que permita a 
conservação e reprodução do 
documento. 

"As normas do Código de 
Defesa do Consumidor (CDC) 
não estavam sendo cumpri- 
das ou eram postergadas por 
empresas do setor. As regras 
reforçam a responsabilida- 
de das empresas na oferta de 
produtos e serviços na inter- 
net", afirma Maria Inês Dol- 
ci, coordenadora do Proteste. 

O fornecedor também te- 
rá de informar de forma cla- 
ra os meios para o exercício 
do direito de arrependimen- 
to pelo consumidor, confor- 
me o artigo 49 do CDC. Pas- 
sa a ser obrigação da loja 
comunicar imediatamente 
o arrependimento à institui- 



MAIOR TRANSPARÊNCIA o,.m,..,^.^...m 



JFORMAÇÕES CLARAS 



Os sites devem exibir em 

► Endereço físico e 
eietrônico e demais 
informações 
necessárias para sua 
iocaiização e contato 

► Características 
essenciais do produto 
ou do serviço, incluídos 
os riscos à saúde e à 
segurança dos 
consumidores 



ATENDIMENTO 



As exigências incluem 

► Apresentar um resumo 
do contrato antes da 
contratação ou compra, 
indicando as cláusulas 
que limitem direitos do 
consumidor 

► Fornecer ferramentas 
eíicazes ao consumidor 
para identificação e 
correção imediata de 
erros ocorridos nas 
etapas anteriores à 
finalização da compra 

FONTE: DECRETO No 7.962 



local de destaque e de fácil visualização 

► Discriminação, no preço, de 
quaisquer despesas adicionais ou 
acessórias, tais como as de 
entrega ou seguros 

► Condições integrais da oferta, 
incluídas modalidades de 
pagamento, 

disponibilidade, forma e prazo da 
execução do serviço ou da 
entrega ou disponibilização do 
produto 



► Confirmar imediatamente o 
recebimento da aceitação da oferta 

► Disponibilizar o contrato ao 
consumidor em meio que permita 
sua conservação 

► Manter serviço eficaz de 
atendimento em meio eletrônico 
que possibilite a resolução 

de dúvida, reclamação, 
suspensão ou cancelamento do 
contrato. O prazo de resposta 
é de cinco dias 



DIREITO DE ARREPENDIMENTO 



As lojas são obrigadas a 

► Informar, de forma clara e ostensiva, 
os meios adequados e eficazes para 

o procedimento : 

► Arcar com todas as despesas. A rescisão 
dos contratos não terá qualquer ónus 
para o consumidor : 

► Comunicar imediatamente a instituição 
financeira ou a administradora do cartão 
de crédito ou similar sobre o 
arrependimento, para que a transação 
não seja lançada na fatura. Caso o 
lançamento já tenha sido realizado, deve 
ser efetivado o estorno do valor 



COMPRAS COLETIVAS 



Devem forneceros seguintes dados 

► Quantidade mínima de consumi- 
dores para a efetivação do contrato 

► Prazo para utilização da oferta pelo 
consumidor 

► Identificação do fornecedor 
responsável pelo site e do 
fornecedor do produto ou serviço 



ção financeira ou à adminis- 
tradora do cartão de crédito 
para que a transação não se- 
ja lançada na fatura. "O pra- 
zo para arrependimento é 
de sete dias. E todas as des- 
pesas, incluindo frete, ficam 
por conta da empresa", ex- 
plica Daniel Mendes Santa- 
na, advogado do Idec (Insti- 



tuto Brasileiro de Defesa do 
Consumidor). 

Além disso, pela primei- 
ra vez, foram criadas regras 
específicas para as ofertas 
de sites de compras coleti- 
vas. "Eles deverão informar 
a quantidade mínima de con- 
sumidores para a efetivação 
do contrato, o prazo para uti- 



lização da oferta e a identifi- 
cação do fornecedor respon- 
sável pelo site, bem como a 
do fornecedor do produto ou 
serviço ofertado", diz o advo- 
gado Thiago Mahftiz Vezzi, 
especialista em relações de 
consumo do Salusse Maran- 
goni Advogados. 



Simples. Mícroeemprendedor 
tem até o dia 30 para declarar 



O prazo para a entrega da 
Declaração Anual do Sim- 
ples Nacional do Microem- 
preendedor Individual, re- 
lativa ao ano-calendário 
2012, termina no próximo 
dia 31. O preenchimento 
e o envio das informações 
podem ser feitos por meio 



da internet, no site da Re- 
ceita Federal. 

Para ser um microem- 
preendedor individual é 
necessário faturar até R$ 
60 mil por ano e não ter 
participação em outra em- 
presa como sócio ou titu- 
lar. ® METRO 




"O risco é 
excluir do 
^ mercado 
milhares de 
empresas. 
O desafio é 
olhar não só as grandes 
[mas] o sistema como 
um todo" 

LUDOVINO LOPES, PRESIDENTE DA 
CÂMARA-E.NET 



Varejo questiona decreto 



As novas regras para o co- 
mércio eletrônico entram 
em vigor amanhã com ques- 
tionamentos do setor. Repre- 
sentantes do varejo online 
ainda discutem com o go- 
verno pontos sensíveis para 
o cumprimento do decreto. 

"O direito de arrepen- 
dimento não é para quem 
usou e não gostou. Comprar 
uma geladeira é diferente de 



uma música. Identifiquemos 
esses bens", diz Ludovino 
Lopes, presidente da Cama- 
ra-e.net (Câmara Brasileira 
de Comércio Eletrônico). 

Lopes avalia que o custo 
para a devolução do produto 
pode colocar em risco os pe- 
quenos negócios. A propos- 
ta do setor é que as lojas dei- 
xem claro as condições para 
a retirada do bem na casa do 



cliente. "Aí ele decide se com- 
pra ou não na loja", diz. 

O setor questiona ainda a 
regra que obriga a loja a in- 
formar a administradora do 
cartão e o cliente sobre o 
cancelamento da compra. O 
decreto não atribui respon- 
sabilidade para as adminis- 
tradoras. Para o varejo, elas 
deveriam ter sido chamadas 
para a discussão. ® metro 



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Leilão do petróleo 
é privatização! 

Nas dias 14 e 15 de maio, a presidenta 
Dilma Rousseff irá concretizar a maior privatização 
da história do nosso país. Os gringos e a turma do 
Eike Batista levarão a preço de banana o nosso 
petróleo. O ouro negro poderia servir para acabar 
com os graves problemas sociais que sacrificam 
nosso povo e ainda possibilitar a transição dos 
combustíveis poluentes para energias limpas. 
Mas em vez dissOp vai enriquecer meia dúzia de 
mega-bilionários. 

O leilán da Agência Nacional de Petróleo 
representa a entrega de três trilhões de dólares. É a 
entrega de uma riqueza equivalente a duas 
Petrobrás e a mais de um PIB brasileiro. E o povo 
ficará sem nada novamente. Você vai assistir esse 
absurdo parado? Reaja! Participe da campanha O 
Petróleo Tem que Ser Nossol 



FATO 

CONTRA OS 

LEILÕES 1 

tfd PETRÓLEO 

V Terça-feira 
■ 14 de maio * 9h . 
r No Hotel Royai, ^ 

antigo Hotel Nacional, 

, em São Conrado 



Vamos barrar esse absurdo! 



Mais informações; 

Agência Patroleíra dç Notícias 
www.apn.org.br 

Sindicato doB Petroleiros fíJ 
Av. PassoSt 34, Centro do Rio 
(21) 3034-7304/7306 




metn 



08 



MUNDO 



RIO DE JANEIRO, SEGUNDA-FEIRA, 13 DE MAIO DE 2013 

www.readmetro.com 



Papa canoniza 
freiras latinas 



Milhares de pessoas parti- 
ciparam ontem, na praça 
de São Pedro, no Vaticano, 
da missa presidida pelo pa- 
pa Francisco para a procla- 
mação de novos santos. 
Um grupo de mártires ita- 
lianos e duas religiosas la- 
tino-americanas são os pri- 
meiros santos canonizados 
no seu pontificado. 

Entre eles está a colom- 
biana Laura de Santa Cata- 
rina de Sena (1874-1949), a 
primeira católica do país a 
ser canonizada. Madre Lau- 
ra Montoya fundou a Con- 
gregação das Irmãs Mis- 
sionárias da Beata Virgem 
Maria Imaculada e de San- 
ta Catarina de Sena, pre- 
sente hoje em 21 países da 
África, Europa e América 
Latina. A outra nova santa 
é a mexicana Maria Guada- 
lupe Garcia Zavala (1878- 
1963), que participou na 
criação da Congregação 
das Servas de Santa Marga- 
rida Maria e dos Pobres. 

Também foram cano- 
nizados cerca de 800 ita- 
lianos mortos por recu- 
sarem a se converter ao 
Islã. As 800 pessoas foram 
mortas em 1480 no cerco 
de Otranto, no sudeste do 
Adriático, por turcos oto- 
manos, que mataram seu 
arcebispo e obrigaram os 
cidadãos a se converterem. 

"Enquanto veneramos 
os mártires de Otranto, pe- 
dimos a Deus para susten- 
tar os muitos cristãos que, 
em muitas partes do mun- 
do ainda sofrem violên- 
cia e dar-lhes a coragem 
de serem fiéis de respon- 
der ao mal com o bem", 
disse o papa Francisco. 



Primeiros santos. Irmãs mexicana e colombiana fundaram ordens 
religiosas. Cerca de 800 mártires italianos também foram canonizados 




PERFIL 




Conheça a história 



Laura de Santa Catarina de Siena, Montoya e 
Upegui, da Colômbia (l874-l949): Conhecida 
como Freira Laura Montoya, nasceu em 1874 e 
trabalhou como professora e líder espiritual da 
população indígena na Colômbia. Em 1914, ela e 
cinco outras fundaram o núcleo de uma nova 
ordem religiosa, a Congregação das Irmãs 
Missionárias da Imaculada, que trabalha hoje em 
21 nações. Morreu em 1949 



Maria Guadalupe Garcia Zavala, do México 
(1878-1963): Decidiu se dedicar a cuidar de doentes 
aos 22 anos e sua missão aconteceu entre 1926 e 
1929, na revolta dos rebeldes católicos contra as leis 
anticlericais. Ela ajudou a evitar a perseguição aos 
católicos durante a repressão do governo sobre a fé, 
inclusive escondendo o arcebispo de Guadalajara. 
Conhecida como Mãe Lupita, ela cofundou uma 
ordem de freiras, da Congregação das Servas de 
Santa Margarida Maria e dos Pobres 



Declaração antlaborto 



Troteção 
jurídica ao 
embrião' 

O papa Francisco pediu 
ontem que "seja garanti- 
da a proteção jurídica do 
embrião", de forma que 
"o ser humano seja pro- 
tegido desde o primei- 
ro instante de sua exis- 
tência." É a primeira vez 
que o Papa se pronuncia 
publicamente sobre o te- 
ma que provoca debate 
em países europeus ao 
defender o "caráter sa- 
grado da vida" desde sua 
concepção. ® metro 



Atentados. Turquia 
afirma que mundo 
precisa agir contra Síria 



A Turquia responsabilizou 
um grupo com ligação com 
a inteligência síria pelos dois 
atentados com carros-bomba 
que mataram 46 pessoas em 
Reyhanli, na fronteira turca. 
Para o governo turco, já é ho- 
ra de o mundo agir contra 
o governo do presidente Ba- 
shar al-Assad. 

Os dois carros-bomba, que 
explodiram em meio a ruas 
de compras lotadas no sába- 
do, elevaram temores de que 
a guerra civil da Síria se alas- 
tre para Estados vizinhos, 
apesar esforços diplomáticos 
para acabar com o conflito. 

Damasco negou envolvi- 
mento no atentado, mas o 
ministro de relações exterio- 
res turco Ahmet Davutoglu 
disse que os ataques se origi- 
naram a partir de uma "an- 
tiga organização terrorista 
marxista" com ligação com 
a administração de Assad. "É 
hora da comunidade interna- 
cional agir junta contra esse 
regime", disse durante visita 
a Berlim. 




A Turquia se manifestou 
de forma contrária às ações 
das forças do governo sírio, 
mas, apesar das palavras du- 
ras, tem relutado em mobili- 
zar seu poderio militar. 

O país tem dificuldades 
para lidar com mais de 300 
mil refugiados e, assim co- 
mo os países vizinhos, teme 
que a guerra na Síria provo- 
que a eclosão de conflitos 
sectários, religiosos e nacio- 
nalistas no Oriente Médio. 

® METRO COM AGÊNCIAS 



Paquistão. Ex-premiê Sharif 
começa a costurar coalizão 



O ex-primeiro-ministro pa- 
quistanês Nawaz Sharif ini- 
ciou ontem consultas para 
formar um novo governo de 
coalizão, após a vitória da 
Liga Muçulmana (PML-N). 
O pleito, realizado no sá- 
bado, foi marcado por uma 
forte participação popular e 
atentados. 

O ex-premiê, de 63 anos, 
retoma ao poder após ser de- 
posto pelo golpe de Estado de 
Pervez Musharraf em 1999. 0 
resultado ainda deve ser con- 
firmado oficialmente, mas os 
resultados parciais davam co- 



mo certa a sua vitória e a de 
seu partido e seu principal 
adversário, o Movimento pa- 
ra a Justiça (PTI), do ex-astro 
do críquete Imran Khan, re- 
conheceu ontem a derrota. 

O presidente america- 
no, Barack Obama, felici- 
tou o povo paquistanês pela 
"transferência histórica, pa- 
cífica e transparente do po- 
der civil". As eleições per- 
mitirão a um governo civil 
entregar o poder a outro de- 
pois de um mandato de cin- 
co anos, algo inédito no país, 
criado em 1947. ® metro 



r VENHA PARA O 





I; 

^ COLÉGIO E CURSO 



Ci EN51NG FUNDAMENTAL 

B MÉDIO TÉCNICO 
£i TÉCNICO 
Ci PfíÉ-VESnBUUUÍ 
o SUWniTO^EJA 
PííÉTONICO 

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© PííERftRATáRlO 



wvAv.colegioicarocom. 



^ TIIUCA MCUEMGUÃ RECREIO 

^2254-9994 2447-4439 2437-5867 



Irmãos de sequestrador nos EUA 
dizem que não sabiam de crime 



Os dois irmãos do ex-moto- 
rista de ônibus Ariel Castro, 
preso na semana passada 
sob a acusação de seques- 
trar e estuprar três mulhe- 
res por mais de uma dé- 
cada em Cleveland, EUA, 
disseram que estão assusta- 
dos com a falta de pistas e 
com o assédio da mídia. Em 
entrevista à "CNN", Pedro e 
Onil Castro, que foram deti- 
dos junto com Ariel, mas li- 
berados alguns dias depois, 
alegam ainda que nunca 



souberam do que ocorria na 
casa do irmão. 

Eles estão em um local 
não revelado, assim como 
os outros membros da famí- 
lia. Impedidos de irem pa- 
ra casa, disseram que es- 
tão sendo punidos por algo 
que não fizeram. "Nunca ti- 
ve inimigos. Não há nenhu- 
ma razão para que ninguém 
pense que eu faria algo as- 
sim. É um choque para os 
meus amigos", disse Onil 
Castro. ® METRO 



"Nunca 
tive 

inimigos. 
Mão há 
razão 
para que 
ninguém 
pense que eu faria algo 
assim" 

ONIL CASTRO, IRMÃO DE SUSPEITO PELO 
SEQUESTRO EM CLEVELAND 




RIO DE JANEIRO, SEGUNDA-FEIRA, 13 DE MAIO DE 2013 
www.readmetro.com 



Do tempo da 

Luluzínha 



Quadrinhos. Personagens clássicos da turma 
do Snoopy e da Luiuzinha ganham nova vida 
em livros inéditos com edições caprichadas 



Clássicas das histórias em 
quadrinhos, as turmas de 
Snoopy e Luiuzinha voltam 
a ganhar destaque com o lan- 
çamento de livros especiais. 

O pequeno beagle está no 
lançamento "Snoopy: A Feli- 
cidade É um Cobertor Quen- 
tinho!" (Ed. Nemo, 88 págs., 
R$ 28), primeira tira de Char- 
les Schulz (1922-2000) a ser 
editada como livro com uma 
única história. A trama é fo- 
cada no esforço de Linus pa- 
ra se separar de seu cober- 
tor após pressão de sua irmã, 
Lucy. Mas além dele, há his- 
tórias de Schroeder, do pró- 
prio Snoopy e seu amigo, o 
pássaro Woodstock e, claro, 
o dia a dia do icônico Char- 
lie Brown. Ainda neste ano a 



editora lança o segundo volu- 
me, "Snoopy: Isto É Tóquio, 
Charlie Brown!". 

Criada em 1935, Luiuzi- 
nha também ganha livro em 
edição especial. "Luiuzinha 
- Primeiras Histórias" (Pixel, 
128 págs., R$ 16,90) é uma 
reunião de quadrinhos ain- 
da inédita no país. De acordo 
com a editora Pixel, os dese- 
nhos do lançamento passa- 
ram por um processo de co- 
lorização para ficarem fiéis 
às cores e tons originais. 

Outra novidade da edi- 
ção é a inclusão de histórias 
que chegaram a ser censura- 
das quando lançadas nos Es- 
tados Unidos sob o temor de 
que algumas crianças pudes- 
sem se assustar. ©METRO 



Coelhadas 



Turma da 
Mônica ganha 
novo game 

Ainda dentro do assun- 
to quadrinhos, a Turma 
da Mônica ganha um 
novo jogo com o lança- 
mento de "Coelhadas 
da Mônica". 

Desenvolvido para An- 
droid e iOS, o jogo tem o 
estilo de "Angiy Birds": 
Mônica tenta acertar Ce- 
bolinha, Cascão e Xaveco 
usando apenas Sansão, o 
coelho de pelúcia. O joga- 
dor ainda precisa coletar 
três estrelas em cada fase. 

"Coelhadas da Môni- 
ca" custa US$ 2 e está dis- 
ponível no íTunes e Goo- 
gle Play. ©METRO 





MH FFIRÃO CWXA VBIH6 ninno * MKSIRIJIOM 
KTR&NaUlSTE MAIS OUE UW Wt 



DE 17 A 19 DE MAIO, NO RIOCENTItO. 




ornoí . . 
tMFEIItÃO 
y€MXA 




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10 VARIEDADES 



RIO DE JANEIRO, SEGUNDA-FEIRA, 13 DE MAIO DE 2013 

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Ecoínovaçâo 



ANDRE 
J.A.GABRIEL 

CAPITAL NATURAL 

A natureza possui quatro processos sustentáveis 
que são fontes de inspiração para a biomimética: 
aproveitamento da energia solar, controle 
populacional, reciclagem de nutrientes e 
biodiversidade. Um pouco sobre cada um deles: 

Aproveitamento da Energia Solar - Uma das principais 
causas do aumento de gases do efeito estufa é a ge- 
ração de energia a partir de combustíveis fósseis. En- 
quanto usamos uma fonte não renovável, a natureza 
usa a energia solar através da fotossíntese das plan- 
tas. A energia solar é uma alternativa de fonte renová- 
vel para geração de energia. Tecnologias são descober- 
tas todos os dias para captação e uso desta energia em 
carregadores de celulares, aquecedores de água e até 
geração de energia para uso em automóveis. 

Controle Populacional - Eis um tema polémico. Nos- 
so planeta possui 7 bilhões de seres humanos consu- 
mindo recursos naturais mais rápido que os ciclos de 
renovação. Não temos predadores naturais, tampouco 
controle populacional direcionado para as condições 
ambientais. Na natureza, o desenvolvimento da vida 
ocorre de acordo com as possibilidades oferecidas. As 
populações possuem uma autorregulação a partir das 
mudanças climáticas e disponibilidade de alimentos. 
Estamos longe de conseguir perceber as condições am- 
bientais para equilibrar taxas de natalidade. 

Biodiversidade - Significa a diversidade de vida que 
permite que um ecossistema tenha uma autorregula- 
ção e permite que todos os seres possam coexistir har- 
moniosamente. Por exemplo, o leão na África está in- 
serido em uma cadeia alimentar diversificada, graças 
à biodiversidade. A biodiversidade é a manifestação 
da riqueza genética deste planeta e se consolidou em 
bilhões de anos de experiências evolutivas. Ao obser- 
varmos estas redes de vida interconectadas, podemos 
achar soluções para as cidades, saúde, produção de ali- 
mentos e inovação tecnológica. 

Reciclagem - Na natureza nada se cria, nada se per- 
de, tudo se transforma - essa é a tradução da Lei de La- 
voisier. Verdade que existe um fim para cada nutrien- 
te e cada fonte de energia. Tudo se usa com o máximo 
de aproveitamento, em todas as escalas de seres vi- 
vos, das bactérias aos mamíferos. Estamos aprenden- 
do com esse olhar que não existe lixo, mas insumo. 
Os hábitos de reciclagem que começam a ser mais co- 
muns na nossa vida também podem ser considerados 
um resgate da Lei de Lavoisier. 



André J. A. Gabriel é coordenador do curso de Engenharia Ambiental da Universidade 
Metodista de São Paulo. É engenheiro químico (UFRRJ), especialista em psicologia 
junguiana (IJEP), mestre em química orgânica (UFRRJ) e doutorem ciências (USP). 



Os invasores 



Leitor fala 



VEJJL 
PERDIDOS ASSIM!! 





Cruzadas 



V.-VÍI}. Luqucícl í.uni br 



Sudoku 



Para solucionar o jogo. basía preencher com núnwros de 
1 3 9 as linhts verticais e horizonlais sem repeti-los, 







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enigmas que 
atj^avessai^am 
os sécutos 




Invasão 

É com surpresa que vejo o secretário 
de Transportes do Rio de Janeiro dizer 
que ônibus das empresas de transpor- 
te da nossa cidade tumultuam o trân- 
sito no centro e na zona sul, sendo 
que ele não toma nenhuma providen- 
cia contra a invasão por ônibus e car- 
ros oriundos de Niterói. No bairro da 
Glória, eles provocam um verdadeiro 
inferno no trânsito. Será que o secretá- 
rio sabe dessa bagunça? 

JOÃO PRADO SANTOS- GLÓRIA, RJ 

Fímdasvans 

o fim da circulação de vans no Cen- 
tro vai causar um verdadeiro caos para 
os moradores da Ilha do Governador. 
A Ilha já sofre com a falta de linhas e 
possui apenas duas empresas de ôni- 
bus para atender a toda a população. 
Sem as vans, ficaremos reféns dos ôni- 
bus superlotados ou dos caríssimos 
frescões, que já custam R$ 7,50 e de- 
vem subir ainda mais. 

YVONE SALLES - ILHA DO GOVERNADOR, RJ 



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Metro Pergunta 



Você acha que OS times 
do Rio vão sofrer com a 
falta de ritmo de jogo 
no Brasileirão por causa 
do fim precoce do 
Campeonato Carioca? 



(aKevínRTW 

Não deveriam. Se estão com tanto 
tempo sem jogos, devem fazer 
amistosos para manter o ritmo. 

(aCharlinho.lVI 

Não, muito pelo contrário. Estão com 
tempo para treinar e entrar voando 
no Campeonato Brasileiro. 

(abr_pedroo 

Sim, mas isso não é desculpa. Se não 
tivesse acabado cedo, apenas dois 
times continuariam jogando as finais. 




Para falar com a redação: 
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T 

n 



W gttrelci Está escrito nas estrelas 
^ QUÍQ 

Aries (21/3 a 20/4) Dificuldades para se entregar emocional- 
mente, isto poderá gerar inseguranças nos seus relacionamen- 
tos. Procure dar vazão ao que você sente, não se reprima. 

Touro (21/4 a 20/5) Sonhos e romantismo em alta, bom mo- 
mento para você poder compartilhar com os outros alguns dese- 
jos pessoais que podem trazer mais alegria para a sua vida. 

GêmGOS (21/5 a 20/6) Tempo de expressar os seus sentimen- 
tos, dizer o que você sente pelas pessoas e ficar mais juntinho da 
pessoa amada. Não tenha medo de falar o que você sente. 

Câncer (21/6 a 22/7) Dia com muitas emoções e muita espe- 
rança para você colocar o seu relacionamento em dia e explorar 
mais a sua fé. Hoje o que você acreditar pode dar certo. 



Leão (23/7 a 22/8) Dia positivo para ganhos financeiros e 
para melhorar o seu marketing pessoal. O caminho para chegar 
até as pessoas é o emocional delas, procure se doar mais. 

Virgem (23/8 a 22/9) Pare um pouco para pensar mais nas 
pessoas com as quais você tem laços afetivos. Elas podem estar 
precisando da sua atenção, reserve um tempo para elas. 

Libra (23/9 a 22/10) idealização um pouco exagerada das 
coisas que você tem em mente, evite escapar demais da realida- 
de. Sonhe até onde o mundo pode realizar os seus sonhos. 

Escorpião (23/10 a 21/11) Momento de folga para algumas 
pressões emocionais pelas quais você possa estar passando. Sol- 
te-se mais e tente conviver melhor com as pessoas que você ama. 



H 



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Sagitário (22/11 a 21/12) Renovação interior, bom período 
para você rever os seus sentimentos e os seus objetivos de vida. 
Retire do seu caminho antigas mágoas e inseguranças pessoais. 

Capricórnio (22/12 a 20/1) Equilíbrio e maturidade para 
acertar pequenos erros e desencontros nos seus relacionamentos. 
Aproveite o momento para conversar com as pessoas que a rodeiam. 

Aquário (21/1 a 19/2) Mais compromisso nos seus relacio- 
namentos e possível boa sorte através da pessoa amada. Hoje 
ela poderá trazer algo novo e muito positivo para o casal. 

Peixes (20/2 a 20/3) Deixe as pessoas mais soltas, não tenha 
medo que elas se afastem de você. Suas emoções estão mais exal- 
tadas, porém, você não deve pressionar os outros. 



RIO DE JANEIRO, SEGUNDA-FEIRA, 13 DE MAIO DE 2013 
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TURISMO 



11 



Romeiros em 
nome da fé 

Papa. Francisco vai ao Santuário Nacional Nossa Senhora Aparecida 
durante sua passagem peio Brasil para a Jornada Mundial da Juventude 



No dia 24 de julho, o Papa 
Francisco vai conhecer a 
capital nacional da fé. Em 
2012, 11.114.639 pessoas 
foram à Aparecida, no Esta- 
do de São Paulo (a 170 km 
da capital paulista e 260 
km do Rio de Janeiro), para 
buscar a bênção da imagem 
da padroeira do Brasil. A vi- 
sita faz parte do calendário 
do pontífice durante a Jor- 
nada Mundial da Juventu- 
de, nesse mesmo mês. 

O Sumo Pontífice vai rezar 
uma missa junto aos fiéis às 
10h30. O santuário abriga ou- 
tros diversos atrativos para o 
turismo religioso. Segundo a 
administração da instituição, 
os pontos mais procurados 
pelos romeiros são: a matriz 
Basílica, o Memorial Padre Ví- 
tor Coelho, o Morro do Coe- 
lho, a Passarela da Fé, o Porto 
do Itaguassu e o Mirante. 

A fé dos romeiros foi do- 
cumentada no ensaio da fotó- 
grafa Bruna Prado, do Metro 
Rio. Somente no dia da pa- 
droeira, em 12 de outubro, o 
complexo turístico e religioso 
recebeu 153.359 visitantes. 

Os fiéis encontram tam- 
bém no site da basílica 
(www.al2.com.br) um es- 
paço de integração e espi- 




153359 

pessoas visitaram o Santuário 
Nacional Nossa Senhora Aparecida 
no dia 12 de outubro, segundo a 
administração da basílica. 

ritualidade. Em todos os 
computadores do planeta. 



católicos podem ter acesso a 
orações ministradas pelo ar- 
cebispo de Aparecida, Dom 
Raymundo Damasceno. 

Contudo, isso não redu- 
ziu o número de pessoas que 
buscam conforto aos pés da 
padroeira: no ano passado, 
foram registradas 22.372 mil 
visitas de romarias cariocas. 



BRUNA PRADO/METRO RIO 




Nem todos os fiéis registram suas passagens 

Segundo a administração do Santuário Nacional de Aparecida, o número de romarias do Rio de 
Janeiro pode ser maior que os 22.372 grupos divulgados. Muitos visitantes que vão à cidade de 
Aparecida, em São Paulo, não registram suas passagens. A proximidade entre a capital fluminense 
e o templo religioso é uma das explicações para a quantidade de visitas cariocas. ® metro rio 



Promessas 



1, 2, 3 E 5. BRUNA PRADO/ METRO RIO 
4 . PAULO WHITAKER/ REUTERS 




M Vontade de viver. Wilson de 
Sousa, representante comercial, 43 

"Queria me matar. Perdi minha vida e famiKa. Fiz vima 
promessa e em seis meses recuperei minha vontade de 
viver", diz o morador de Taubaté (SP) na Passarela da Fé. 

^De foelhos. Ednei Barbosa, 
funcionário de almoxarifado, 30 

"Vim agradecer a cura da minha filha, que tinha proble- 
mas respiratórios", diz Ednei, morador de São Paulo. 

^Multidão. Em 2012, mais de 11 
milhões de fiéis foram à basílica. 

Registro de visitantes é feito na Secretaria de Pastoral. 



4 



Santo leito. Papa Francisco terá 
aposento à sua disposição. 



Em 24 de juUio, quando visitar Aparecida, o papa terá 
um local para descanso no Seminário de Bom Jesus. 



5 



Cura. Élcio Magalhães, 
aposentado, 67 anos. 




TURISMO 





Q Dos céus 



"Há 15 anos, sonhei com Nossa Senhora. Tive câncer. Vim 
à basílica e, quando voltei, estava curado", acredita. 



■ Papa 
chega de 
helicóptero 

Francisco usará o 
transporte aéreo para 
chegar ao município de 
Aparecida. Ele pegará 
um helicóptero às 8hi5 
do dia 24 de julho, no 
Sumaré, no Rio. A previsão 
é que o pontífice chegue 
ao santuário por volta 
das 9h30. 



"Rezei para minha 
mãe se recuperar 
de um problema no 
coração. Hoje, vim para 
agradecer." 

ALEXANDRA FERREIRA, 
DONA DE CASA, 38 ANOS, DE 
BOM DESPACHO (MG) 



12 ESPORTE 



RIO DE JANEIRO, SEGUNDA-FEIRA, 13 DE MAIO DE 2013 

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ESPORTE 



7T\ 



Fechados para balanço 



Férias forçadas. Com o campeão carioca já definido, ciubes usam 
recesso para pensar no Brasileiro, na Copa do Brasil e na Libertadores 



Depois da conquista do 
Campeonato Carioca por 
parte do Botafogo, dia 5, 
com a vitória por 2 a O so- 
bre o Fluminense na final 
da Taça Rio, os clubes cario- 
cas ficaram com dois fins de 
semana "livres" no calendá- 
rio. O Vasco vai ficar mais de 
um mês sem atuar. O alvine- 
gro, quase três semanas. 

Enquanto os outros prin- 
cipais campeonatos estaduais 
do Brasil disputam as finais 
regionais, os quatro grandes 
do Rio vivem uma espécie de 
intertemporada forçada. 

A pior situação é a do 
Vasco, que ainda não está 
disputando a Copa do Bra- 
sil - só vai entrar na com- 
petição na fase das oitavas 
de final, provavelmente no 
mês de agosto - e se despe- 
diu da Taça Rio antes das 
semifinais. 

O clube está em Juiz de 
Fora se preparando para a 
estreia no Brasileirão, dia 




Marcelo Moreno já treina com o Fia em Pinheiral ialexandrevidal/fla imagem 



26, contra a Portuguesa, em 
casa. Sábado, venceu o Tupi, 
por Sal, em amistoso em 
Juiz de Fora. 

O próximo compromis- 
so do time do técnico Pau- 
lo Autuori é o amistoso con- 
tra o Figueirense, sábado, 
no Orlando Scarpelli. 



Para Botafogo, Flamengo 
e Fluminense, a espera pelo 
Brasileiro é menos dramáti- 
ca. O alvinegro e o rubro-ne- 
gro se preparam para o jo- 
go de volta da segunda fase 
da Copa do Brasil e o trico- 
lor está concentrado na Li- 
bertadores. ® METRO RIO 



Intertemporada 



Times do Rio se preparam para 
estreias e jogos decisivos 

• Botafogo. 

Só volta a jogar dia 22, 
contra o CRB-AL, no 
confronto de volta da 
segunda fase da Copa do 
Brasil, em Volta Redonda. A 
partida de ida, há 10 dias, 
em Maceió, acabou O a O. 
Quem vencer, avança. Novo 
O a O leva a decisão para os 
pênaltis. Empate com gois 
classifica o time alagoano. 
Pelo Brasileiro, o alvinegro 
estreia dia 25, contra o 
Corinthians, às 2lh, no 
Pacaembu. 

• Flamengo. 

Volta a jogar quarta-feira, 
contra o Campinense- 
PB, em Juiz de Fora, pelo 
jogo de volta da segunda 
fase da Copa do Brasil, 
depois de duas semanas 
sem jogar, já que ficou 
fora das finais da Taça Rio. 
O confronto de ida, há 10 



dias, em Campina Grande, 
terminou 2 a i para o 
rubro-negro. No Brasileiro, 
estreia dia 26, contra o 
Santos, em Brasília. 

• Fluminense. 

Só deve voltar dia 22, 
pelas quartas de final da 
Libertadores. A data não 
foi oficializada, já que os 
confrontos das oitavas ainda 
não foram definidos. O 
tricolor aguarda a definição 
do jogo entre Olímpia (PAR) 
e Tigre (ARG), que acontece 
quinta-feira, em Assunção. 
Os argentinos venceram 
a partida de ida, semana 
passada, por 2 a 1, em casa. 
O Flu estreia no Brasileiro 
contra o Atlético-PR, dia 25, 
às i8h30, em casa. 

• Vasco. 

Vai ficar quase um mês e 
meio sem jogar. Só volta aos 
campos dia 26, na estreia 
do Brasileiro, contra a 
Portuguesa, em casa. 



TABELA 


^ BOTAFOGO 


1 


FLAMENGO 


^ FLUMINENSE 




QUANDO VOLTA A JOGAR 


■122/5 „ 










COMPETIÇÃO ^ 


COPADO BRASIL 


COPA DO BRASIL 


LIBERTADORES 


CAMPEONATO BRASILEIRO 



Inglaterra 



Alex ' 
Fergusorv 

Técnico do Manchester 
United há 27 anos, o \ 
técnico Alex Ferguson I 
se despediu ontem do \* 
torcedor, durante seu 
penúltimo jogo pelo 
time. No Old Trafford, o 
United venceu o Swansea 
po 2 a 1. A equipe já é 
campeã inglesa. 



Operários vão receber 
ingressos para a Copa 

Em sua última visita ao Era- J É^^^^^^T 
sil antes da Copa das Confe- ^ ■■^■■■^ 
derações, o secretário-geral 
da Fifa, Jérôme Valcke, visi- 
ta hoje a cidade de Natal, jun- 
tamente com Ronaldo e Be- 
beto, membros do Conselho 
Administrativo do Comité Or- 
ganizador Local, e Luís Fer- 
nandes, Secretário Executivo 
do Ministério do Esporte. 

Em seguida, a delegação 
segue para Brasília, onde se 
reunirão amanhã com o go- 
vernador do Distrito Federal, 
Agnelo Queiroz, e o Ministro 
do Esporte, Aldo Rebelo. A vi- 
sita ao Estádio Nacional de 
Brasília, o mais atrasado para 
a competição e um dos mais 
caros, será às lOh. 

O tour às sedes termina no 
Rio, quarta-feira. Haverá uma 




visita ao Maracanã às 9h30 e 
na quinta-feira a reunião de 
diretoria do Comité Organiza- 
dor Local da Copa. 

Nas trés sedes, Valcke en- 
tregará ingressos simbólicos 
a representantes dos operá- 



rios. Todos os operários que 
trabalharam nas obras dos 
12 estádios da Copa do Mun- 
do receberão dois ingres- 
sos cada para o primeiro jo- 
go em suas respectivas sedes 
em 2014. ® metro rio 



Estaduais. Coxa e Santa 
Cruz são campeões. Galo 
e Timão saem na frente 



Ontem foi dia de jogos decisi- 
vos nos Estaduais pelo Brasil. 
No Pacaembu, o Corinthians 
derrotou o Santos por 2 a 1, 
no primeiro jogo da final do 
Paulistão. O confronto de vol- 
ta será domingo, na Vila Bel- 
miro e o time do técnico Tite 
joga pelo empate. 

No Independência, o Atlé- 
tico-MG goleou o Cruzeiro 
por 3 a O e pode perder o con- 
fronto de volta, domingo, no 
Mineirão, por até 2 a O, que 
ainda assim será campeão 
mineiro. 

Pelo Pernambucano, o 
Santa Cruz derrotou o Sport 
na final, por 2 a O, e comemo- 
rou o tricampeonato. 

Com quatro gois de Dinei, 
o Vitória goleou o Bahia por 7 
a 3, na Fonte Nova, no primei- 




Alex marcou dois gois para o Coxa 

I GERALDO BUBNIAK/FOTOARENA/FOLHAPRESS 



ro jogo da final do Baiano. No 
jogo de volta, o time do técni- 
co Joel Santana terá de vencer 
por 5 a O para ser campeão. 

O Coritiba conquistou o 
tetracampeonato Paranaen- 
se após derrotar o Atlético-PR, 
por 3 a 1, de virada. ® metro rio 



RIO DE JANEIRO, SEGUNDA-FEIRA, 13 DE MAIO DE 2013 
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ESPORTE 



13 




Alonso vence em casa e 
Massa chega em terceiro 




Em Barcelona. Espanhol faz a festa no GP 
da Catalunha e esquenta o Mundial de F-i 



Mundial de Pilotos 


Classificação 





o espanhol Fernando Alon- 
so não vencia uma corrida 
em seu reduto, no Circuito de 
Montmeló, na Catalunha, em 
Barcelona, desde 2006. Confir- 
mando o discurso otimista da 
véspera, o bicampeão mundial 
quebrou o jejiun e comemo- 
rou, ontem, em casa, depois 
de largar na qimta posição, 
para esquentar o Mundial. 

O brasileiro Felipe Massa, 
punido por bloquear a Red 
Buli de Mark Webber durante 
o treino de classificação, sába- 
do, largou em nono e também 
fez luna corrida de supera- 
ção, sem erros, com ultrapas- 
sagens nos momentos certos e 
chegou em terceiro. O finlan- 
dês Kimi Raikkonen comple- 
tou o pódio. 

O alemão Sebastian Vet- 
tel, quarto colocado na Cata- 
lunha, segue na liderança iso- 



lada, com 89 pontos, mas viu 
sua vantagem para Raikko- 
nen diminuir de 10 para qua- 
tro pontos. 

Alonso chegou aos 72 pon- 
tos e assumiu a terceira posi- 
ção, superando o inglês Lewis 
Hamilton, que foi apenas 12° 
e não pontuou. Massa passou 
Max Webber na classificação 
geral e agora é o qimito colo- 
cado, com 45 pontos. 

Alonso completou, ontem, 
11 vitórias na Ferrari, igualan- 
do-se ao companheiro Felipe 
Massa. Eles estão empatados 
em quarto lugar no ranking 
dos pilotos que mais vence- 
ram na escuderia italiana, 
atrás de Michael Schumacher 
(72 triunfos), Nild Lauda (15) e 
Alberto Ascári (13). 

A sexta etapa da tempora- 
da será dia 26, no GP de Monte 
Carlo, em Mónaco. ® metro mo 



IQ 


Sebastian Vettel (ALE) 

RBR-Renauit 


89 


25 


Kimi Raikkonen (FIN) 

Lotus-Renauít 


85 


3^ 


Fernando Alonso (ESP) 
Ferrari 


72 


40 


Lewis Hamilton (ING) 
Mercedes 


50 


5^ 


Felipe Massa (BRA) 
Ferrari 


45 


65 


Mark Webber (AUS) 
RBR-Renault 


42 


7'- 


Romain Grosjean (FRA) 

Lotus-Renauít 


26 


85 


Paul di Resta (ESC) 
Force-India/Mercedes 


26 


90 


Nico Rosbert (ALE) 
Mercedes 


22 


105 


Jenson Button (ING) 
Mc-Laren/Mercedes 


17 


115 
125 


Sergio Pérez (MEX) 
Mc-Laren/Mercedes 

Daniel Ricciardo (AUS) éÊÊÊM 
STR-Ferrari VHI 


12 

■ 


135 


Adrian Sutil (ALE) 
Force-India/Mercedes 


6 


145 
I5Q 


Nico Hulkenberg (ALE) 
Sa ube r/Ferra ri 
Jean-EricVergne(FRA) 

STR-Ferrari 


B 

1 




Camneão. Barça 
comemora o 
título espanhol 

Os jogadores do Barcelona 
comemoraram, ontem, o tí- 
tulo de campeão espanhol. A 
festa foi contra o Atlético de 
Madri, em partida válida pe- 
la 35'' rodada do Campeona- 
to Espanhol, no estádio Vi- 
cente Calderon. 

O time catalão já era ma- 
tematicamente campeão 
desde o sábado, quando o 
Real Madrid só empatou 
com o Espanyol. 

Após sofrer duas golea- 
das do Bayern de Munique 
e cair nas semifinais da Liga 
dos Campeões, o time azul- 
grená deu um motivo para 
sua torcida invadir as ruas 
de Barcelona e celebrar a 
conquista do troféu. 

Francês 

Na final do Campeonato Fran- 
cês, ontem, o Paris Saint-Ger- 
main derrotou o Lyon, por 1 a 
O, gol de Ménez, no Stade Ger- 
land, e conquistou terceiro tí- 
tulo nacional da história do 

clube. ® METRO RIO 




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14 ESPORTE 



RIO DE JANEIRO, SEGUNDA-FEIRA, 13 DE MAIO DE 2013 

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Cosmos volta e busca 
supremacia nos EUA 

Retorno. Clube, que foi galático antes do nascimento de David Beckham e que teve Peié como estreia, renasce 



Imagens 



FOTOS: GETTY IMAGES 



Nos anos 1970, o Cosmos pa- 
gou por Pelé, o Rei do Futebol. 
Ele era tão famoso quanto Lio- 
nel Messi e Cristiano Ronaldo 
são hoje - juntos. Os jogado- 
res do Cosmos eram chama- 
dos de "semideuses do fu- 
tebol". As tumês da equipe 
atraíam mais público do que 
shows do Rolling Stones. Mas 
depois da aposentadoria de 
Pelé, o Cosmos caiu, vítima 
do declínio de sucesso. 

Avançando para 2013, o 
Cosmos voltou. O técnico Gio- 
vanni Savarese é o encarrega- 
do de reviver o famoso time 
de Nova York - time que ain- 
da não entrou em campo. No 
dia 1° de junho, o novo Cos- 
mos estreia em um amistoso, 
e, em agosto, a equipe vai em 
busca da glória do passado na 
NASL (North American Soccer 
League), a 2^ divisão do fute- 
bol nacional. O adversário da 
estreia, no dia 3 de agosto, se- 
rá o Fort Lauderdale Strikers. 

"A NASL permite que todo 
time tenha sete estrangeiros 
e nós estamos buscando joga- 
dores da Espanha e da Améri- 
ca Latina", disse Savarese, um 
extrovertido italiano na casa 
dos 30 anos, no encontro na 
sede do Cosmos, em Manhat- 
tan. "Há diversos jogadores de 
\^ divisão na Espanha que es- 
tão vindo para cá porque real- 
mente acreditam no projeto. 
Não queremos jogadores que 
vêm a Nova York para passar 
as férias. Queremos jogadores 
que joguem futebol." Até o 
momento, são 11 atletas. 

Desde a fundação do Cos- 
mos, é claro, muita coisa mu- 
dou no futebol dos Estados 
Unidos. O esporte ganhou 
popularidade, e não só por 
causa da passagem de Da- 
vid Beckham pela MLS (Ma- 
jor League Soccer, a divisão 
de elite do país). A modalida- 
de atrai cada vez mais jovens 
americanos, que trocam os fa- 
mosos basquete e beisebol pe- 
lo esporte das chuteiras. 

"Os Estados Unidos são 
uma nação jovem no futebol, 
mas estão progredindo pa- 
ra serem mais competitivos", 
disse Savarese. "Muitos times 
estão vendendo estádios de 
60 mil pessoas. E estão focan- 
do mais no desenvolvimento 
das categorias de base." 

Alecko Eskandarian, auxi- 
liar-técnico, cresceu no vestiá- 
rio do clube durante os dias 
de glória de Pelé e Franz Bec- 
kenbauer - o pai dele, Andrik, 



Clube trouxe grandes estrelas do P 
futebol mundial para seu elenco I i 




anos o NY Cosmos ficou 
sem disputar competições 
oficiais. Ele retorna neste ano. 
A última partida foi em 1984. 

foi lun dos jogadores. 

Carlos Mendes, zagueiro 
americano de origem portu- 
guesa, foi o primeiro jogador 
contratado no renascimento 
do Cosmos. "Eu jogou na MLS 
nas últimas sete temporadas", 
explicou. "Eu não vejo porque 
o Cosmos não pode jogar no 
mesmo nível." O time plane- 
ja a construção de seu próprio 
estádio. Até lá, jogará na Uni- 
versidade Hofstra, com capa- 
cidade para 13 mil pessoas. 

"Sempre teve conversas de 
o Cosmos voltar, mas nunca 
pensei que isso aconteceria", 
disse Eskandarian, que atuou 
na MLS até se aposentar por 
conta de uma lesão. "O incrí- 
vel é que o nome sobreviveu e 
os torcedores estão animados. 
Mas eles têm de ser realistas." 

ELISABETH 
BRAW 

METRO INTERNACIONAL 



Pelé, após participar do anúncio de que o Cosmos retomaria as atividades, em 2010 1 neilson barnard/getty images 



Pelé foi O divisor de águas na história 



"Como embaixador glo- 
bal do esporte e presidente 
de honra do New York Cos- 
mos, é um grande privilégio 
poder contribuir com o fu- 
turo do esporte que me deu 
tanto na vida. O retorno do 
Cosmos vai inspirar os jo- 
gadores neste país e reunir 



pessoas no mundo todo que 
amam esse lindo jogo tanto 
quanto eu", discursou Pelé. 

E, de fato, o Rei do Fute- 
bol foi um dos principais 
responsáveis por trans- 
formar o clube americano 
conhecido. 

Entre 1975 e 1977, já con- 



sagrado no mundo da bo- 
la, Pelé atuou pelo Cosmos. 
Nos 106 jogos que partici- 
pou, o ex-jogador foi para as 
redes em 64 oportunidades. 

A passagem pelo clube 
abriu as portas para a che- 
gada de outros grandes atle- 
tas. ® METRO 






IPelé eterno 
no Cosmos. 

o jogo de despedida 
do Rei foi entre Santos 
e Cosmos, em 1977. 
Ele atuou um tempo 
por cada equipe, e 
o time americano ven- 
ceu por 2 a 1. ©METRO 

^ Campo 
acanhado. 

o Cosmos mandará seus 
jogos no modesto campo 
dentro da Universidade 
Hofstra. @ metro 

^Cantona na 
diretoria. 

o francês Eric Cantona, 
atacante habilidoso 
e temperamental 
que se aposentou aos 
30 anos em 1997, será 
o diretor de futebol do 
Cosmos. "O Cosmos é 
uma mistura de futebol 
e arte. Tem um passado 
brilhante e um futuro 
promissor." ® metro 




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